Projeto Siriri:

da vulnerabilidade social a agroindustrialização da sociobiodiversidade

Em 2021, a Associação Comunitária Murundu recebeu da CODEVASF uma agroindústria de beneficiamento de frutos como primeiro passo de uma solução construída coletivamente para garantir a sustentabilidade financeira da Escola Comunitária Murundu e de sua comunidade estendida.

Esse processo floresceu com o apoio do Instituto Mahle, da Associação Biodinâmica do Brasil, da Rede de Agroecologia Povos da Mata e do Núcleo de Certificação Participativa Raízes do Sertão — parceiros fundamentais na construção de um arranjo produtivo de base agroecológica e certificação orgânica participativa.

A partir do Projeto Siriri, essa iniciativa se fortaleceu e ganhou alma: concretizou-se a instalação da Agroindústria da Sociobiodiversidade e o enraizamento de um modelo de restauração que começa pela dignidade das pessoas e pela valorização dos saberes e modos de vida tradicionais. São as comunidades rurais que formam a base produtiva orgânica, garantindo alimentos saudáveis, renda digna e permanência com qualidade no campo.

Mais do que processar frutos, a agroindústria da Murundu faz parte de um jeito de restaurar que costura economia regenerativa, protagonismo comunitário e justiça climática. Ao promover a restauração produtiva de territórios tradicionais no entorno do Parque Nacional da Chapada Diamantina (BA), o Projeto Siriri também contribui para tornar a paisagem mais viva, fértil e acolhedora à biodiversidade.

Site do projeto Siriri

Faça parte dessa transformação! Assine digitalmente o termo de adesão do Projeto Siriri e ajude a promover a regeneração dos territórios tradicionais através de práticas agroecológicas. Juntos, podemos criar espaços de aprendizado, brincadeiras e conexão com a natureza.

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